Fascículo 24: Macumba, direitos humanos e ditadura

AGREE-BUSINESS: neolog. A totalidade das operações da agricultura e pecuária de um país. Abrange, além da produção, serviços financeiros, transporte, marketing, seguros e bolsas de mercadoria. Na atual gestão, concorda-se (agree) que os negócios (business) do agro é quem dão as cartas. E também pactua-se que isso deve ocorrer independente da concordância de ativistas pró-ecologia e anti-agrotóxicos.

DIREITOS HUMANOS: Invenção comunista do cardeal Paulo Evaristo Arns e dos padres vermelhos da Teologia da Libertação. A ideia central era dar guarida a párias sociais para que estes apoiassem uma eventual luta armada contra os setores probos da sociedade brasileira. Graças a Deus, que provou ser um conservador de direita, a intenção letal do ramo marxista da Igreja não foi adiante. Senão hoje teríamos uma ditadura do episcopado em solo nacional. 

DITADURA MILITAR: Período histórico áureo no Brasil que aconteceu de 1964 até 1985. Um grupo de militares patriotas libertou o país das garras do comunismo cubano-soviético. Durante esses 21 anos, a nação obteve um crescimento econômico recorde e foi premiada com um primoroso sistema de comunicações, energia e todo tipo de infra-estrutura, de portos marítimos a aeroportos. Desafortunadamente, alguns jornalistas, intelectuais, artistas e professores universitários tentam, desde 1985, desclassificar o grande feito patriótico que se ombreia a movimentos como a Revolução Francesa e o New Deal norte-americano. 

GENERAL MOURÃO: Mais do que um vice, uma vicissitude.

MACUMBEIRO: Não-cristão, logo indivíduo que faz práticas religiosas primitivas. Há muito anos os bruxos, como os macumbeiros, ardiam em fogueiras na Europa. Por que ainda hoje os vemos nas sociedades contemporâneas? Por falta de pulso do Estado. Em breve, nomes como o do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, mudarão esse cenário. E, no futuro, apesar de todas as críticas da Mídia Extrema, ele será conhecido como o primeiro Cavaleiro Templário do Brasil.

NACIONAL: Uma das principais defesas do bolsonarismo é a dos valores nacionais. Mas é uma proteção do nacional com total aceitação do ideal internacional trumpista. Ou seja, ser nacional é ser norte-americano. Todos sabemos que o brasileiro sempre quis ser americano. Adora filme do Schwarzenegger, Rambo, séries do Netflix. Ama comer hambúrguer, batata frita, Coca. E, um dia, sonha em ir para a Disney. Então por que não nacionalizar o Brasil internacionalizando-o como o Estados Unidos da América do Sul? Essa é uma das bandeiras do cavaleiro do Santo Sepulcro e americanista Ernesto Araújo, apoiada pelo filósofo medieval e astrólogo Olavo de Carvalho.

OGRANISMO: neolog. O organismo de uma pessoa ogra. “O presidente se recupera bem de sua mais recente cirurgia e seu ogranismo responde conforme o esperado pelos médicos.”

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