Cacique, educadora e ativista: a liderança indígena mulher no PR

Desde que saiu de Juruti (PA), há pouco mais de três anos, Nauê Japiim ou Michelli Silva, como é chamada fora da aldeia em que nasceu, em Parintins (AM), estabeleceu para si mesma uma missão: tornar a cultura do povo Munduruku conhecida no Brasil. O desejo de fazer com que povos originários da Amazônia fossem ouvidos a levou para a sala de aula e a uma série de conferências em Brasília, até se mudar para Curitiba. Hoje, ela se divide entre o trabalho como educadora e o ativismo no Paraná. “Vi que em Curitiba se tomavam decisões. Vim porque queria aprender mais e ter a possibilidade de ter voz”, diz a professora e pedagoga.

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